Depenando a Coruja
Por Oliveirinha – Jornalista – MTE 08182/PR
Semana começando e o trabalho não para!
Assumi a Secretaria das Cidades com uma missão clara: acelerar projetos, liberar recursos e ajudar os municípios a tirarem obras do papel. Em poucas semanas, já são centenas de atendimentos e investimentos chegando onde as pessoas vivem.
Ao lado do governador Ratinho Junior e desse grande time do Governo do Estado, seguimos fortalecendo um Paraná que cresce com planejamento, infraestrutura e respeito aos municípios.
Boa semana a todos! Seguimos trabalhando por quem mais importa: a nossa gente.
#Paraná #SecretariaDasCidades #TrabalhoQueDáResultado
PS: Na quinta-feira (28), o secretário das cidades Fernando Giacobo (PSD), estará em Foz para anunciar a liberação da obra da trincheira que ligara o Jd Jupira a Vila Portes, trazendo de volta o acesso retirado entre os dois grandes bairros da região da Ponte da Amizade.
Anvisa libera primeira caneta similar ao Ozempic
Para diabetes, primeira caneta sintética com o mesmo princípio ativo do Ozempic foi aprovada após análise de segurança, eficácia e qualidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Ozivy, primeira caneta sintética com o mesmo princípio ativo do Ozempic liberada para venda no Brasil. A decisão foi publicada nesta terça-feira, 26.
O novo medicamento utiliza a semaglutida, substância conhecida pelo uso em tratamentos metabólicos e controle de glicose. O Ozivy foi desenvolvido pelo laboratório EMS e começou a ser analisado pela Anvisa em 2023.
A aprovação ocorreu após a expiração da patente do Ozempic, em março deste ano. Segundo a Anvisa, o produto passou por testes e análises técnicas para comprovar eficácia, segurança e qualidade.
O Ozivy não é considerado um medicamento genérico. A Anvisa classifica o produto como uma substância nova, produzida por síntese química, mas com ação semelhante ao material biológico original.
A nova caneta será aplicada uma vez por semana e vendida em versões com diferentes quantidades de doses e agulhas.
Caneta similar ao Ozempic
Uma das diferenças em relação ao Ozempic está na conservação. O Ozivy deverá permanecer refrigerado entre 2°C e 8°C antes e depois do início do uso. Já o Ozempic pode ficar fora da geladeira por algumas semanas após aberto.
A Anvisa informou que outros medicamentos semelhantes seguem em análise no país. Atualmente, há cinco versões sintéticas e uma biológica aguardando avaliação.
O medicamento só poderá ser comprado com receita médica em duas vias, seguindo as regras aplicadas às chamadas canetas de GLP-1.
Apesar da aprovação, o produto ainda não está disponível nas farmácias. Antes da venda, o preço precisa ser autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Depois disso, caberá ao laboratório decidir quando iniciará a comercialização.
No SUS
Para eventual oferta pelo SUS, o medicamento ainda deverá passar por análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovação do Ministério da Saúde.

A Anvisa afirma que o registro do Ozivy coloca o Brasil entre os primeiros países a aprovar uma versão sintética de semaglutida, considerada um desafio técnico para agências reguladoras em todo o mundo.

“Valei–me Santo Expedito”!
Estado lança edital para fundo de revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu
Projeto prevê a captação de recursos na ordem de R$ 200 milhões para modernizar a estrutura do imóvel; As propostas técnicas podem ser enviadas pelo sistema e-protocolo até as 10h do dia 9 de julho
O Governo do Estado planeja realizar obras de modernização e revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, que está instalado próximo onde será o Centre Pompidou Paraná. A Secretaria do Planejamento publicou um edital do procedimento de chamamento público para criação de um fundo de investimento imobiliário (FII), que vai ser responsável pela gestão do espaço.
O projeto foi idealizado por meio do Programa de Parcerias do Paraná, com apoio da Paraná Projetos. A solução é resultado de estudos técnicos, consulta e audiência públicas e da análise do melhor modelo para ampliar e revitalizar o empreendimento, que se encontra com estruturas antigas, defasadas, necessitando de reformas.
“O modelo baseado na criação de um fundo imobiliário se mostrou viável e com vantagens pela facilidade em atrair investimento privado e garantir mais eficiência e agilidade na gestão do ativo”, comentou o chefe da Unidade Gestora do Programa de Parcerias do Paraná, Luiz Moraes Júnior.
O objetivo do edital é receber propostas de gestoras de recursos financeiros (Asset Management) com experiência em Fundos de Investimentos Imobiliários, credenciadas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Serão escolhidas as que apresentem o melhor plano de expansão para o empreendimento com o melhor plano de captação de recursos no mercado financeiro, atendendo a lógica de atrair mais capital privado e utilizar menos recursos públicos.
As propostas técnicas podem ser enviadas pelo sistema e-protocolo até as 10h do dia 9 de julho.
O fundo será criado com a finalidade exclusiva de fazer a gestão do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu. A modelagem prevê a integralização no fundo, pelo Estado, do imóvel avaliado originalmente em R$ 74 milhões e a captação no mercado financeiro de recursos na ordem de R$ 200 milhões para os novos investimentos. O Estado receberá quotas sênior, com direito de preferência e opção de compra. O Governo ainda participará do Comitê Consultivo, no intuito de garantir a manutenção do interesse público e da finalidade do imóvel.
“O Estado desapropriou esse espaço para promover essa revitalização e modernização. Foz do Iguaçu é uma cidade que já recebe muitos eventos e vai ter mais um grande ativo para o futuro”, comentou o secretário de Estado do Planejamento, Clemeson Aparecido da Silva.
O terreno possui área de 100 mil metros quadrados, com área construída de cerca de 30 mil metros quadrados. O plano de expansão irá prever a modernização e a ampliação das instalações, um estacionamento para dois mil veículos, um centro de eventos para 30 mil pessoas, novos equipamentos, com potencial para atingir 65 mil metros quadrados de área construída.
CRITÉRIOS TÉCNICOS
O edital completo está publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) e no site do Paraná Parcerias, além do Compras Paraná e Portal da Transparência do Estado.
A contratada será responsável por estruturar, constituir, administrar e gerir o FII PARANÁ CCFI, realizar a gestão ativa do portfólio, atender às regras de governança, compliance e da CVM e preparar o fundo para abertura de capital e ofertas públicas de cotas.
Projeto de Alexandre Curi cria o Banco de Ração e a Farmácia Popular Veterinária do Paraná
O deputado Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, protocolou nesta segunda-feira (25) um projeto de lei que institui o Banco de Ração e a Farmácia Veterinária Popular do Estado do Paraná. A proposta é ampliar o apoio a entidades de proteção animal e a famílias de baixa renda que possuem animais domésticos.
Na justificativa, Alexandre Curi destaca que a iniciativa pretende estimular ações solidárias e ampliar as políticas públicas de proteção e bem-estar animal no Paraná, utilizando principalmente produtos oriundos de doações. “O nosso objetivo é criar um instrumento de apoio social e de proteção animal, permitindo que doações possam chegar de maneira organizada a quem realmente precisa”, explica o deputado.
O projeto estabelece que o Estado poderá captar doações de rações e insumos destinados aos animais para distribuição a organizações sem fins lucrativos ligadas à causa animal e a famílias com renda média mensal inferior a três salários mínimos. “Muitas famílias e entidades enfrentam dificuldades para manter os cuidados básicos com os animais, e o Estado pode ajudar a estruturar esse apoio”, considera Curi.
CRITÉRIOS – A iniciativa prevê que os produtos recebidos respeitem critérios sanitários, prazo de validade e integridade das embalagens. A proposta também propõe critérios de controle e fiscalização para garantir transparência e responsabilidade na utilização dos produtos distribuídos.
Entre as exigências, sustenta o projeto de lei, as entidades beneficiadas deverão possuir estatuto registrado e atuação comprovada na proteção animal. O texto ainda impede o acesso ao programa por entidades ou pessoas com condenações relacionadas a crimes ambientais, proteção animal ou irregularidades em prestações de contas.
Segundo Alexandre Curi, o projeto busca fortalecer uma rede de apoio já desenvolvida por protetores independentes, organizações sociais e voluntários que atuam no acolhimento e cuidado de animais em situação de abandono ou vulnerabilidade. Com a lei, o Estado pode firmar acordos de cooperação técnica e parcerias com municípios e instituições privadas para operacionalizar o programa utilizando estruturas já existentes.
Outro ponto previsto na proposta é a proibição da comercialização dos produtos recebidos pelos beneficiários. O descumprimento poderá gerar impedimento para novos recebimentos e demais sanções previstas em lei.
Corujas serão depenadas neste ano eleitoral.
