Foztrans está sem diretor superintendente de novo. TTU de Foz recebe revitalização de R$ 160 mil e reforço na segurança para usuários. Entenda como funcionam as cotas do fundo de financiamento de campanhas eleitorais em 2026. Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em nova pesquisa para o Senado.

Depenando a Coruja

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Por Oliveirinha Jornalista – MTE 08182/PR

 

 

 

 Foztrans está sem diretor superintendente de novo

Um mês, foi o prazo que o Tenente- coronel Marcos Aparecido de Souza ficou à frente da entidade.

Agora serão 4 diretores superintendentes, sem contar interinos, na atual gestão municipal. Mais um pede exoneração do comando do Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans).

Marcos Aparecido de Souza, Tenente-coronel da Polícia Militar, que foi o terceiro a assumir a função na atual gestão municipal, permaneceu no cargo por cerca de um mês. Ele substituiu Maxwell Lucena, integrante da Polícia Rodoviária Federal, que também ficou na função por um curto período.

As informações oficiais é que o Tenente-coronel está deixando o cargo por motivos pessoais.

Não houve até o momento a informação de quem será nomeado. Em princípio se especula que Robson Lima, mais uma vez assumirá de forma interina a função (NS).

 

 

 

 TTU de Foz recebe revitalização de R$ 160 mil e reforço na segurança para usuáriosTerminal recebe pintura, melhorias nos banheiros, manutenção da estrutura e ações permanentes de fiscalização e abordagem social.

A Prefeitura de Foz do Iguaçu está promovendo uma ampla revitalização no Terminal de Transporte Urbano (TTU), principal ponto de integração do transporte coletivo da cidade. O espaço, que recebe diariamente entre 14 mil e 15 mil passageiros, passa por uma série de melhorias estruturais e reforço nas ações de segurança para oferecer mais conforto e tranquilidade aos usuários.

Os investimentos somam aproximadamente R$ 160 mil. Desse total, cerca de R$ 120 mil já foram aplicados em serviços de manutenção, enquanto outros R$ 40 mil serão destinados à continuidade das intervenções. A última grande manutenção realizada no terminal ocorreu em 2022.

Entre os serviços executados estão a pintura completa da estrutura, incluindo áreas internas, externas e calçadas, além da revitalização dos banheiros. Os sanitários femininos e masculinos estão sendo substituídos, assim como as torneiras, e os trabalhos seguem em andamento até a conclusão das melhorias.

Além da renovação da estrutura física, a administração municipal também intensificou as medidas de segurança no local. Equipes das secretarias de Segurança Pública e de Assistência Social realizam rondas preventivas diariamente em horários estratégicos.

Às segundas, quartas e sextas-feiras, as ações ocorrem das 8h ao meio-dia. Já às terças, quintas e sábados, o trabalho é realizado no período noturno, das 20h à meia-noite.

O Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) também mantém atendimento diário no terminal, oferecendo orientação e acompanhamento às pessoas em situação de vulnerabilidade.

As ações contam ainda com o suporte do sistema de videomonitoramento da Guarda Municipal, que auxilia na fiscalização e no acompanhamento permanente da movimentação no TTU, reforçando a segurança para passageiros e trabalhadores que utilizam o terminal diariamente (PC).

PS: Em um passado não muito distante, o  Bamby Gaucho já havia inventado reforma apenas para abrir as cancelas, quais nunca mais fecharam. Alguma$ porcentagen$ de motivo$, ele certamente teve.

 

 

 

                                                          “Valeime Santo Expedito”!

 

 

 

 Entenda como funcionam as cotas do fundo de financiamento de campanhas eleitorais em 2026Os recursos, no valor de R$ 4,9 bilhões, serão distribuídos aos partidos conforme os critérios previstos na legislação eleitoral.

Agora que estamos próximo das convenções partidárias, quando serão definidos os nomes que irão às urnas para o pleito de outubro deste ano, importante entender como funcionam as cotas obrigatórias que devem ser observadas pelos partidos políticos e federações quanto à destinação de recursos financeiros aos candidatos.

A Lei das Eleições fixa que os partidos devem assegurar o mínimo de 30% e o máximo de 70% de candidaturas de cada sexo, o que garante que pelo menos 30% das candidaturas sejam de mulheres.  A comprovação de fraude em uma única candidatura feminina contamina a lista inteira do partido ou federação naquela localidade. A sanção aplicada pela Justiça Eleitoral determina a anulação de todos os votos recebidos pela legenda na disputa proporcional e exige o recálculo do quociente eleitoral.

Na prática, os candidatos eleitos pela sigla perdem mandatos na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados, mesmo que tenham obtido votações expressivas e legítimas. Além da perda das cadeiras, os dirigentes partidários e os candidatos envolvidos respondem a processo por abuso de poder político, o que pode resultar em inelegibilidade por oito anos.

Para a candidatura de pessoas negras, a legislação eleitoral não exige uma quantidade mínima de candidaturas, mas estabelece que pelo menos 30% dos recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário devem ser direcionadas para estas campanhas.

Embora para candidatos indígenas a regra não especifique um percentual fixo, determina que o repasse dos recursos respeite a proporção de cada gênero dentro dos grupos. Estas regras foram estabelecidas para aumentar a representatividade política dessas demografias, mas têm encontrado obstáculos devido a casos de fraudes.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é constituído por recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas eleitorais, já que empresas são proibidas de doar. A distribuição entre os partidos considera a representatividade de cada um no Congresso Nacional, ou seja, quem tem mais parlamentares ganha mais, explica o advogado. Os 30 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vão receber juntos quase R$ 5 bilhões do Fundo Eleitoral para as eleições de 2026.

Entre os critérios de divisão dos valores, estão o desempenho dos partidos nas últimas eleições para a Câmara dos Deputados e o número de representantes eleitos no Congresso Nacional. Após o recebimento dos recursos, cabe às direções partidárias definir como será feita a distribuição interna entre candidaturas e federações.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do TSE, os partidos políticos são obrigados a repassar, no mínimo, 30% de todo o montante recebido do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral) e do Fundo Partidário para as candidaturas femininas, sob pena de fraude, cassações e até crime eleitoral.

A mesma regra de proporcionalidade deve ser seguida na distribuição do tempo de antena no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Se o partido tiver uma representação de candidatas mulheres superiores aos 30% mínimos exigidos pela legislação, o percentual de verbas públicas e o tempo de propaganda devem ser ampliados na mesma medida exata para garantir a equidade da disputa.

Em sessão plenária realizada nesta quarta-feira, dia 8, o Supremo Tribunal Federal (STF) também confirmou a validade da regra que determina a destinação de 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas e do Fundo Partidário a candidaturas de pessoas pretas e pardas.

Além disso, os votos para deputadas e deputados federais negros eleitos contam em dobro para o partido no cálculo que define quanto de dinheiro público a legenda receberá para campanhas futuras.

Nesse contexto, é importante que dirigentes, candidatos, partidos e federações cumpram as regras eleitorais decorrentes das candidaturas de gênero, que são fruto de ações afirmativas de inclusão das mulheres na política, sob pena de sanções que podem ser de inelegibilidade ou mesmo criminai.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) e os tribunais regionais eleitorais mudaram a estratégia de fiscalização sobre o cumprimento da cota de gênero de 30% de candidaturas femininas nas eleições 2026. O processo de verificação deixou de ser uma análise documental prévia e passou a funcionar como uma auditoria computacional do comportamento financeiro e eleitoral dos partidos durante a campanha.

A mudança no monitoramento aumenta o risco político das legendas durante todo o processo eleitoral. A identificação de irregularidades na composição das listas de concorrentes, como o uso de candidatas apenas para cumprir a cota, pode invalidar todos os votos obtidos pelo partido ou federação nas disputas para deputados federais, estaduais e vereadores (DF).

 

 

 

 Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em nova pesquisa para o SenadoO deputado Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, comentou nesta terça-feira (7) o resultado da pesquisa divulgada pelo Paraná Pesquisas para a disputa ao Senado Federal. O levantamento coloca o parlamentar na liderança em dois dos três cenários estimulados apresentados aos eleitores, com 30,2% e 31,2% das intenções de voto.

Ao falar do resultado, Alexandre atribuiu os números ao trabalho realizado junto aos municípios e à gestão na Assembleia Legislativa. “Fico satisfeito em ver meu nome liderando 2 dos 3 cenários simulados. Creio que isso seja resultado do trabalho realizado junto aos municípios e na Assembleia Legislativa, que se tornou mais transparente, eficiente e próxima da população”.

Alexandre Curi ponderou, no entanto, que a disputa segue aberta e que o processo eleitoral ainda está no início. “Temos muito para avançar ainda. A eleição está distante, e acredito que, com o início da campanha e a apresentação de nossas propostas ao lado do governador Ratinho Junior e de Sandro Alex, esses resultados irão se consolidar”, afirmou.

Além de Alexandre Curi, pesquisa testou nomes como Álvaro Dias (MDB), Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnon (Novo), Coronel Hudson (PSD) e Cristina Graelm (PSD).

O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PL e realizado entre 03 e 06 de julho, com 1.500 entrevistas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-01166/2026 e a margem de erro é de 2,6% e o grau de confiança é de 95%.

 

 

 

                                                     Só falta a guerra civil mesmo.                                    Corujas serão depenadas neste ano eleitoral em Foz.