Depenando a Coruja
Por Oliveirinha – Jornalista – MTE 08182/PR
Sandro Alex cresce em nova pesquisa associado ao nome de Ratinho Junior
Pesquisa IRG mediu a intenção de voto para o Governo do Paraná em cenário com os candidatos vinculados aos principais apoiadores.
Candidato do governador Carlos Massa Ratinho Junior ao governo estadual, Sandro Alex cresce em nova pesquisa que o associa ao principal apoiador. O levantamento é da IRG Pesquisas e foi divulgado nesta segunda-feira, 15.
O deputado federal aparece com 27,5% das intenções de voto para o Governo do Paraná no cenário em que os candidatos são apresentados com seus aliados mais influentes.
Assim, com o apoio de Ratinho Junior, Sandro Alex surge em segundo lugar, atrás de Sergio Moro, que registra 39,1% com o apoio de Flávio Bolsonaro. Requião Filho tem 20,8%, com o apoio do presidente Lula.
A pesquisa ouviu mil eleitores do Paraná entre os dias 10 e 13 de junho, via telefone, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais.
O levantamento foi realizado e contratado pela IRG Pesquisas, estando registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número PR-07149/2026.
Resultado da pesquisa com os nomes dos candidatos vinculados aos aliados:
Sergio Moro, apoiado por Flávio Bolsonaro: 39,1%;
Sandro Alex, apoiado por Ratinho Junior: 27,5%;
Requião Filho, apoiado por Lula: 20,8%;
Luiz França, apoiado por Renan Santos: 1,2%;
Tony Garcia, apoiado por Joaquim Barbosa: 1%;
não sabe ou não respondeu: 6,8%;
nenhum, branco ou nulo: 3,6%.
Na comparação com a pesquisa de maio, mostram os números acessados, Sandro Alex passou de 26,2% para 27,5%. Sergio Moro variou de 40,6% para 39,1%, enquanto Requião Filho subiu de 20,5% para 20,8%.
Sem indicação de apoiadores, a IRG Pesquisas aponta:
Sergio Moro: 38,2%;
Requião Filho: 18,6%;
Sandro Alex: 14,4%;
Rafael Greca: 11,7%;
Tony Garcia: 0,9%;
Luiz França: 0,9%;
não sabe ou não respondeu: 10,8%;
nenhum, branco ou nulo: 4,5%.
Espontânea e 2.º turno
Na espontânea, quando a pesquisa não cita os nomes dos candidatos nas entrevistas com os eleitores, Sergio Moro aparece com 14,4%, seguido de Requião Filho (7,6%), Ratinho Junior (7,3%) — que não é candidato —, Sandro Alex (4,2%) e Rafael Greca (2,3%). Já 58,8% disseram não saber ou não responderam em quem votariam ao Governo do Paraná.
As simulações de segundo turno apontam, conforme a IRG:
Sergio Moro x Sandro Alex: Moro tem 42,5% das intenções de voto com o apoio de Flávio Bolsonaro, enquanto Sandro Alex registra 38,5% com o apoio de Ratinho Junior. Nenhum, branco ou nulo somam 9,6%, e 9,4% não souberam ou não responderam.
Sergio Moro x Requião Filho: Moro fica com 54,5% das intenções de voto com o apoio de Flávio Bolsonaro, e Requião Filho aparece com 29% com o apoio do presidente Lula. Outros 9,4% não souberam ou não responderam, além de 7,1% que disseram votar em nenhum dos candidatos, em branco ou nulo (HF).
Ex-comandante da Polícia Militar é escolhido para assumir direção do Foztrans
Tenente-coronel da reserva Marcos Aparecido de Souza foi indicado pelo prefeito Silva e Luna para comandar a autarquia responsável pelo trânsito e transporte de Foz do Iguaçu.
O Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans) tem um novo diretor-superintendente. O prefeito General Silva e Luna definiu o nome do tenente-coronel da reserva da Polícia Militar do Paraná, Marcos Aparecido de Souza, para assumir o comando da autarquia municipal.
A escolha ocorreu após o desligamento de Maxwell Lucena, policial rodoviário federal que permaneceu cerca de quatro meses à frente do órgão. Até a conclusão dos trâmites da nomeação do novo dirigente, a superintendência esteve sendo ocupada interinamente por Robson Lima.
Com uma trajetória de mais de três décadas na Polícia Militar do Paraná, Marcos Aparecido de Souza acumulou experiência em áreas ligadas à segurança pública, inteligência, gestão e trânsito. Durante sua carreira, exerceu funções como chefe da Agência Local de Inteligência do 14º Batalhão da Polícia Militar, comandante da Companhia de Radiopatrulha, subcomandante do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), comandante do Colégio da Polícia Militar de Foz do Iguaçu e comandante do 14º BPM.
Promovido ao posto de tenente-coronel em 2022, permaneceu na ativa até outubro de 2024, quando passou para a reserva remunerada. Atualmente, atua como advogado especializado em Direito Militar e também leciona em cursos de formação e aperfeiçoamento da Polícia Militar.
Além da graduação em Direito e do mestrado em Políticas Públicas, Marcos Aparecido de Souza possui especializações em Policiamento Intensivo de Trânsito, gestão estratégica, segurança pública, fronteiras e ensino superior. Sua formação inclui ainda cursos voltados à administração e gestão de trânsito, setor que está entre as principais áreas sob sua responsabilidade no Foztrans.
A expectativa após sua nomeação oficial, é que se tenha uma nova fase na gestão das políticas de mobilidade urbana, trânsito e transporte coletivo em Foz do Iguaçu (JF).
Lei institui a Política de Transversalidade para integrar ações do governo em Foz do Iguaçu
Norma aprovada pela Câmara e sancionada pelo Executivo reduz fragmentação administrativa e amplia efetividade das políticas públicas.
A administração pública de Foz do Iguaçu passa a contar com uma nova diretriz voltada à integração entre os órgãos municipais. Esse é o objetivo da Lei da Política de Transversalidade, proposta pelo vereador Evandro Ferreira (PSD) e sancionada pelo Executivo como Lei nº 5.659/2026. A medida busca romper a atuação isolada das secretarias, promovendo o trabalho conjunto entre diferentes áreas da gestão pública para enfrentar problemas sociais de forma mais integrada e eficiente.
Notícias Foz Iguaçu
O parlamentar destaca que muitos problemas enfrentados pelos moradores de Foz dependem da atuação de mais de uma secretaria. “Essa Lei vem dar o direito ao cidadão, quando ele está pedindo o alvará de funcionamento de uma empresa ou de outro estabelecimento, o próprio atendente da secretaria responsável vai poder imprimir o laudo para prosseguir no processo”, explicou Evandro.
A expectativa do vereador é que a nova lei reduza a burocracia, melhore a comunicação entre os órgãos públicos e garanta respostas mais ágeis para quem procura os serviços públicos. “Quando o cidadão estiver no setor do órgão que precisa ser atendido, ele não vai necessitar sair de um órgão para outro, evitando aquela dor de cabeça”, complementou.
A Lei, originada pelo Projeto de Lei nº 203/2025, e votada por unanimidade no plenário da Câmara, visa implementar a transversalidade por meio da criação das Câmaras Técnicas Setoriais temáticas e permanentes, como a Câmara de Proteção Social e a Câmara de Desenvolvimento Econômico. Essas Câmaras têm por objetivo realizar reuniões periódicas de alinhamento entre todas as secretarias municipais.
Outros objetivos são: o desenvolvimento de planos de ação e metas integradas; a realização de reuniões periódicas de alinhamento entre secretarias; o compartilhamento de bancos de dados e sistemas de informação, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); a criação de orçamento-programa com dotação específica para ações transversais; os programas permanentes de capacitação de agentes públicos em gestão transversal e trabalho em rede (DF).

“Valei–me Santo Expedito”!
Filas na fronteira afastam turistas brasileiros e preocupam comércio de Puerto Iguazú
Setor comercial relata cancelamentos, queda no movimento e pede união para pressionar autoridades por uma solução definitiva para a travessia da fronteira.
A situação enfrentada por motoristas e turistas na fronteira entre Brasil e Argentina voltou a preocupar os empresários de Puerto Iguazú. As longas filas e os atrasos no Centro de Controle de Fronteiras têm provocado cancelamentos, prejuízos e perda de visitantes brasileiros, que, segundo comerciantes, desistem de cruzar a fronteira diante da demora.
Um dos empresários que tornou pública a preocupação foi o comerciante Mario D’Arpino. Segundo ele, a dificuldade para atravessar a ponte tem afetado diretamente hotéis, restaurantes, lojas e outros estabelecimentos da cidade, principalmente aqueles que dependem do fluxo de turistas vindos de Foz do Iguaçu e de outras regiões do Brasil.
Durante entrevista para um rádio da Argentina, D’Arpino afirmou que hóspedes brasileiros, mesmo com reservas confirmadas, não conseguiram chegar a Puerto Iguazú por causa dos congestionamentos e da lentidão na fiscalização migratória.
“É uma situação que já dura há muito tempo. Não importa mais de quem é a responsabilidade. O que vemos é a perda constante de reservas e oportunidades de negócios”, declarou.
O comerciante destacou que o problema ultrapassa questões políticas e defendeu uma mobilização conjunta do setor empresarial para cobrar medidas concretas que garantam mais agilidade na passagem pela fronteira.
Segundo ele, o impacto econômico já é perceptível. Empresas enfrentam dificuldades para manter o movimento e algumas chegaram a encerrar as atividades. Na avaliação do empresário, um sistema de controle mais eficiente permitiria aproveitar melhor o potencial turístico e comercial existente entre as duas cidades.
D’Arpino também chamou atenção para situações consideradas contraditórias. Ele citou o caso de turistas que percorrem mais de mil quilômetros desde cidades brasileiras, como Curitiba, mas acabam impedidos de completar os poucos quilômetros finais até Puerto Iguazú devido às filas na fronteira.
Na avaliação do comerciante, os atuais controles acabam penalizando justamente quem viaja de forma regular entre os dois países, enquanto os transtornos afastam visitantes e comprometem a economia local.
Ele encerrou o apelo defendendo que autoridades dos dois lados da fronteira busquem uma solução definitiva para um problema que, segundo o setor comercial, vem se repetindo há anos e reduzindo o potencial de integração entre Brasil e Argentina (PC).
Motoristas de app poderão financiar motos sem entrada; veja como funciona
Nova linha de crédito do governo federal oferece financiamento de 100% do valor do veículo, juros reduzidos e condições especiais para motociclistas de aplicativos.
O governo federal lançou uma linha de crédito destinada a motociclistas de aplicativos para o financiamento de motocicletas, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas produzidos no Brasil ou vinculados a projetos de produção nacional. É o programa Move Motos, baseado em ações antes voltadas para outras categorias profissionais.
O principal diferencial da iniciativa é permitir financiar 100% do valor do veículo, o que significa sem necessidade de entrada. A linha também possibilita incluir no contrato itens como capacete, baterias, pontos de recarga elétrica e seguro prestamista.
A taxa de juros é de 12,5% ao ano, equivalente a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres. O programa prevê ainda carência inicial para o início do pagamento das parcelas.
Para participar, o trabalhador deve estar cadastrado na plataforma oficial do programa, comprovar pelo menos seis meses de atuação e ter realizado, no mínimo, cem corridas. Após a validação do cadastro, os financiamentos poderão ser contratados com a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e instituições financeiras habilitadas, a partir de 13 de julho.
Motos sem entrada
Segundo o governo, o objetivo é facilitar a renovação da frota utilizada pelos profissionais e ampliar o acesso ao crédito em condições mais favoráveis do que as praticadas no mercado.
Durante o lançamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que os motociclistas de aplicativos deixam de ser “uma força de trabalho invisível” e passam a receber maior reconhecimento por sua atividade (HF).
Em Londrina, Alexandre Curi defende política do “olho no olho” e construção coletiva de soluções
O deputado Alexandre Curi (Republicanos), pré-candidato ao Senado, cumpriu agenda na sexta-feira (12) em Londrina ao lado do governador Ratinho Junior e do deputado federal Sandro Alex (PSD), pré-candidato ao Governo do Paraná. Em entrevistas para a imprensa local, Curi destacou que o desenvolvimento do Estado é resultado de uma forma de fazer política baseada no diálogo, na presença constante nos municípios e na construção coletiva das soluções.
Segundo Curi, a experiência do Paraná nos últimos anos demonstra que a boa política é aquela feita “olho no olho”, ouvindo quem vive a realidade das cidades e conhece de perto as necessidades da população. “A política eficiente é construída com união, planejamento e diálogo. Quem realmente sabe o que uma cidade precisa é quem mora nela, quem utiliza os serviços públicos no dia a dia. Por isso fazemos questão de percorrer o interior do Paraná, conversar com prefeitos, vereadores e com a população”, afirmou.
Alexandre Curi reafirmou que o governador consolidou um ambiente de pacificação política e cooperação institucional, permitindo que o Paraná alcance indicadores positivos em diversas áreas. Para ele, os avanços obtidos são resultado de um projeto coletivo. “Na vida pública ninguém faz nada sozinho. Não existe salvador da pátria. O que existe são bons gestores, equipes comprometidas e a capacidade de construir parcerias colocando o interesse da população acima de projetos individuais”, disse.
MUNICIPALISMO – O deputado também reforçou a defesa do municipalismo como uma das principais bandeiras de sua atuação na vida pública. “Quero continuar a ser a voz dos prefeitos e dos municípios. É nas cidades que as pessoas vivem e é nelas que as políticas públicas precisam acontecer”, destacou, chamando a atenção para a necessidade de o Paraná recuperar protagonismo no Senado Federal para defender pautas estratégicas ao desenvolvimento do Estado.
PAUTAS IMPORTANTES – Curi citou, entre outros exemplos, a necessidade de proteção ao sistema cooperativista paranaense em razão da regulamentação da reforma tributária. O deputado defende maior mobilização em torno da renovação da concessão da Malha Sul, com a implantação do contorno ferroviário de Curitiba. Outras pautas prioritárias citadas são a construção da nova ponte ligando o Paraná ao Mato Grosso do Sul e uma atuação mais firme em Brasília na questão dos royalties do petróleo. Segundo ele, o Paraná precisa assegurar os recursos a que tem direito para ampliar investimentos em infraestrutura e serviços públicos.
MODELO DE GESTÃO – Ao lado do governador, Curi destacou que o principal compromisso do grupo político é dar continuidade ao modelo de gestão que vem promovendo crescimento econômico, atração de investimentos e melhoria dos indicadores sociais do Estado. “Não existe projeto político maior do que o Paraná. Precisamos continuar este trabalho para que o Estado siga avançando e tenha cada vez mais força e representatividade em Brasília”, concluiu.
Corujas serão depenadas neste ano eleitoral em Foz.
