Depenando a Coruja
Por Oliveirinha – Jornalista – MTE 08182/PR
Terminal de transportes urbanos é puta vergonha em Foz
Após as tentativas frustradas do ex-superintendente da Foztrans Fernando Maraninchi, em abrir as catracas que beneficiariam a empresa exploradora do Cartão Único, o mesmo inventou uma reforma interminável que forçou abertura total aumentando em cerca de 20 mil bilhetes a mais pagos pelo usuário com o fim da integração no TTU.
Mesmo com 9 meses de nova administração a população está sofrendo com o descaso, pelo péssimo atendimento neste único terminal de transportes existentes na cidade, sem banheiro, bebedouro ou segurança digna aos contribuintes que pagam caro por um transporte arcaico.
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Uma verdadeira vergonha em cidade que é um grande destino turístico.
Megaoperação apreende 16 motos, 5 veículos e prende suspeitos na região do Porto Meira, em Foz do Iguaçu
Forças de segurança realizaram blitz na Avenida Morenitas, ponto crítico de denúncias de tráfico e desordem na região
Uma megaoperação mobilizou sete forças de segurança pública na região do Porto Meira em Foz do Iguaçu, na madrugada de domingo (31), e resultou na apreensão de 16 motos e 5 veículos, além de diversas notificações e prisões em flagrante.
A fiscalização foi concentrada na Avenida Morenitas e vias próximas, áreas frequentemente alvo de denúncias relacionadas ao tráfico de drogas, perturbação da ordem e direção perigosa.
A ação conjunta reuniu equipes da Guarda Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Penal e Foztrans.
A operação faz parte das estratégias da Câmara Técnica de Prevenção à Violência e Criminalidade, vinculada ao Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), que coordena ações preventivas e repressivas no município.
De acordo com o balanço divulgado, foram apreendidos 16 motocicletas e 5 carros, emitidas 63 notificações de trânsito, registrados dois termos de posse de drogas e duas pessoas foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Civil por embriaguez ao volante.
A chamada estratégia de “congelamento” do perímetro permitiu que as forças de segurança realizassem abordagens detalhadas, conferência de documentos e fiscalização rigorosa dos condutores e veículos que circulavam pela área.
A Avenida Morenitas, além do alto fluxo de veículos – inclusive estrangeiros – é conhecida pelos altos índices de ocorrências durante as madrugadas de fim de semana.
Segundo as autoridades, ações como essa reforçam o compromisso das instituições em aumentar a segurança pública, combater a criminalidade e oferecer mais tranquilidade à população iguaçuense.
A operação também evidencia a importância da atuação integrada entre os órgãos de segurança para enfrentar os desafios urbanos com maior efetividade. Novas ações do tipo estão previstas em outras regiões da cidade. (DF)

“Valei-me Santo Expedito”!
Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, cidades do turismo, afundam em buracos
Vias esburacadas nas duas cidades da tríplice fronteira geram prejuízos e causam vergonha entre moradores.

Foz do Iguaçu e Ciudad del Este vivem do turismo, mas deixam a desejar quando o assunto é infraestrutura. De um lado, ruas e avenidas de Foz estão cheias de buracos. Do outro, a Rodovia PY02, no centro comercial paraguaio, virou um verdadeiro campo minado.
Em Foz, a prefeitura até colocou uma força-tarefa para tapar buracos, mas parece enxugar gelo: fecha um, abrem dez. A situação é ainda mais crítica na Rua Coronel Caetano Rocha, próxima ao corredor turístico, onde as crateras tomam conta e parecem fugir dos olhos da administração. Motoristas reclamam, moradores se revoltam e turistas se espantam com o abandono em um ponto tão estratégico.
Já em Ciudad del Este, o cenário é o mesmo. No trecho que começa na rotatória do Reloj, crateras obrigam motoristas a fazer manobras bruscas e perigosas. Taxistas e comerciantes afirmam que a má conservação mancha a imagem da fronteira.
Quem depende do turismo sente o impacto imediato. Brasileiros e estrangeiros se dizem envergonhados ao circular pelas ruas e avenidas das duas cidades, consideradas cartão-postal da tríplice fronteira.
Enquanto autoridades seguem sem dar respostas, Foz e Ciudad del Este continuam colecionando crateras, prejuízos e críticas, justamente onde o turismo deveria ser prioridade e as avenidas uma referência. (PC)
Detentos produzem mais de mil pares de chinelos por mês na Penitenciária de Foz do Iguaçu
A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Polícia Penal do Paraná (PPPR) e o Conselho da Comunidade, responsável pela aquisição do maquinário
A Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu IV (PEF IV) mantém, com apoio do Conselho da Comunidade local, uma fábrica que produz mais de mil pares de chinelos por mês, destinados ao abastecimento de todas as unidades penais da Regional Administrativa da Polícia Penal do Paraná em Foz do Iguaçu.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Polícia Penal do Paraná (PPPR) e o Conselho da Comunidade, responsável pela aquisição do maquinário. A PPPR fornece matéria-prima, mão de obra, espaço físico e realiza toda a logística de distribuição para as unidades prisionais.
Segundo o coordenador regional de Foz do Iguaçu, Cássio Rodrigo Pompeo, a parceria comprova a possibilidade de desenvolver soluções que geram economia para o Estado e promovem inclusão social a quem participa do sistema prisional: “A fábrica não é apenas um empreendimento; é uma ferramenta de ressocialização que alia qualidade a custos reduzidos”. A unidade tem capacidade para produzir até 100 pares de chinelos por dia, mantendo um padrão de qualidade compatível ao mercado a um custo significativamente menor para o Estado.
Para o diretor da PEF IV, Marcos Alexandre de Jesus, o projeto representa um avanço importante. “Graças à atuação do Conselho da Comunidade e da Divisão de Produção e Desenvolvimento da Polícia Penal, conseguimos manter a fábrica ativa, com qualidade na produção, economia de recursos e oportunidade de ressocialização”, destaca.
Somente em agosto, foram entregues 1.120 pares para o Complexo Penitenciário de Foz do Iguaçu e cadeias públicas da região oeste. Os produtos, com numeração entre 35 e 43, atendem integralmente à demanda local.
Além de receberem remuneração, as pessoas privadas de liberdade que trabalham na fábrica têm direito à remição de pena, prevista pela Lei de Execuções Penais (Lei nº 7.210/1984). A cada três dias trabalhados, há redução de um dia no cumprimento da pena. (DF)
Da Assembleia Legislativa para todo o Paraná: notícias boas que impactam a vida da população.
A ALEP segue trabalhando firme ao lado das cidades. Nada disso seria possível sem o trabalho conjunto com prefeitos, vereadores e lideranças que acreditam num Paraná mais justo e moderno, afirma Alexandre Curi.
Seguimos juntos: defendendo o Paraná e defendendo os paranaenses!
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Corujas serão depenadas muito breve, com a presença do MP e Polícia no caso.
